domingo, 1 de junho de 2008

Família, casamento, amor, festa e um pouquinho mais

Olás!
Demorei a voltar aqui, é verdade, mas foi por uma boa causa. E agora vou compartilhar um pouco dela com vocês.

Era uma vez duas famílias, cujas matriarcas sempre foram super amigas; onde uma ia, a outra ia, trabalhavam juntas, riam juntas, festavam juntas, e não houve tempo no mundo que abalasse a amizade. As matriarcas tinham filhos, e me concentrarei apenas nas estrelas do show de ontem: uma era um rapaz, a outra uma moça. Devem lá ter se encontrado nas mesmas festinhas quando criança, devem também ter sido atormentados por brincadeiras de mães e pais do tipo "Olha que vai casar com ele(a), hein!".
O tempo passou.
O rapaz e a moça cresceram, se tornaram adultos, estudaram, viveram, tiveram cada um seu bom leque de vida.
O agora homem, certo dia, viu a foto da agora mulher, num bolo. Sim, num bolo, aqueles bolos festivos comestíveis, sabe? Ele abriu a boca quando viu a foto e balbuciou algo do tipo "como ela tá LINDA!".
E lá foi ele procurar a garota do bolo.
Ontem eles se casaram.


Como um irmão pode descrever a felicidade de outro? É difícil.
Eu vi, ontem, aquela pessoa que sempre esteve ali pra me apoiar, pra ajudar, pra rir, pra festar, pra almoçar no domingo, pra botar a conversa em dia, pra aconselhar... Ontem, eu vi meu irmão flutuar mais que um passarinho.
Não sou religioso, mas concordo com o diácono da cerimônia. Podemos viver da maneira que quisermos e sentir o que quisermos sentir, mas alguns amores são únicos e, acreditem-me, pra vida toda.


Há, e a festa, então?
Márlio ajudou a organizar parte da festa, e como representante do noivo, cumprimentou todo mundo e rodou uma boa parte da noite no salão. Vi parentes, amigos e pessoas que também sentiam aquela aura ao redor do casal, muito mais que só amor: é carinho, é afeto, é respeito, é amizade, é cumplicidade.
Sentimento dos que vão viver uma vida a dois.
Ah, poderia falar mais sobre a festa, mas não é o objetivo desse post. Mas fique registrado que eu dançei bagarai.



E agora?
Falei isso pra outro dos meus irmãos, que estava presente: "é mais um que se vai."
Haha, que nada. Agora é a soma de mais um, é a felicidade multiplicada, o coração descomedido, o carinho sem fronteiras. Sim, estou emocional, caramba. Não foi só a cerimõnia que foi linda, ou a super zoada festa que foi maravilhosa.
É ver quem a gente ama, feliz.


Ao neo-casal: o que eu posso dizer? Parabéns? Obrigado? Juízo? Cuidem-se? Sejam felizes?
Eu sei que vocês vão fazer tudo isso.
Então, em troca, vou dizer outra coisa. Muitas vezes eu deixo de acreditar nisso, mas existem momentos que essa é uma certeza forte, forte como amor, amizade ou esperança:

Quem merece chega lá.

5 comentários:

Aninha disse...

Yay! Que bom que deu tudo certo, a festa foi legal e eles estavam felizes! E que bom que você não sente ciúmes do seu irmão a ponto de ficar emburrado pq é "mais um que se vai". Quem sabe logo não é a sua vez de estar dando uma festa? - trate de me convidar! u.u

Ni disse...

Aaaaai que lindo! Parabéns aos noivos com essa história linda, e ao Márlio que aproveitou um moooonte a festa e ainda tirou uma lição bem legal de tudo ;D

beijo Má :*
até amanhã.

Marianna Tosca Ferrari disse...

tu realmente escreve muito bem.
Adorei.
Parabéns pro seu irmão.
A Mari tá com saudades do Márlio.

Davi disse...

A toca do Maylow não pode morrer.
Deixa de ser vagabundo e vai escrever :DD

Davi disse...

A toca do Márcio não pode morrer.
Deixa de ser vagabundo e vai escrever :DD